Shop Mobile More Submit  Join Login
About Literature / Hobbyist Member A. LouveFemale/Portugal Group :iconlokininto: Lokininto
Lok
Recent Activity
Deviant for 10 Years
Needs Premium Membership
Statistics 149 Deviations 2,220 Comments 32,247 Pageviews

Newest Deviations

So many literature tags!

Random Favourites

A small collection of just some great things I found here on deviantArt! Check out these awesome works!

Friends

Watchers

Groups

Activity


Quando entrei no cubo, tudo foi acidental. Passeava na floresta. Um passo em falso, estava no cubo. Suas arestas brilhantes, azuladas, tudo o resto escuridão. E a viagem. Depois, abriu-se uma porta. Um dos lados do cubo, o que estava à minha direita, desvaneceu-se. Do lado de lá, estava a floresta. Mas não era a mesma.

Quando saí, reparei que as folhas das árvores tinham formas diferentes. Não eram polígonos geométricos, mas também não eram iguais às folhas que eu conhecia. Mas não tinha outra opção se não caminhar. Atrás de mim, o cubo desaparecera.

Também eram diferentes os pássaros e os animais terrestres que via de quando em quando. Não eram estruturas biológicas alternativas, com mais patas ou menos olhos, mas também não eram iguais aos animais que eu conhecia. Mas foi só quando vi a primeira pessoa que compreendi que tinha viajado para outra dimensão, para outra corda do cilindro universal. Pois essa pessoa que eu vi tinha a cara de uma pessoa que eu conhecia. Mas era outra.

“Estás perdida?”, perguntou-me.

“Não sei onde estou.”

E levou-me com ela. No meio da floresta havia uma gruta, um abrigo, onde se reunia parte da humanidade. Tudo estava muito bem organizado, tecnologia superior, tudo muito branco e brilhante, plastificado. Todas as pessoas tinham caras que eu conhecia. Mas eram diferentes e não sabiam quem eu era. Deixaram-me sozinha e eu não sabia o que fazer. Então, ele apareceu.

Tinha a cara de um actor famoso na sua juventude. Mas eu soube desde logo que era ele o homem que eu amava. Quis saber quem eu era e o que fazia ali. Depois de lhe ter explicado sobre o cubo, levou-me a visitar o abrigo.

Todas as coisas estavam organizadas da melhor maneira possível, com tempo, com ordem, mas aquele era um campo de refugiados. Lá fora, à beira da floresta, estalava exuberante uma guerra à escala galáctica, com direito a todos os mortos que quiséssemos, todos queimados pela radiação de armas que nunca deveriam ter sido inventadas. Estas pessoas haviam conseguido fugir e tentavam organizar-se numa nova forma de paz mundial. Mas o espaço era tão pouco, os recursos tão parcos, que tudo se havia tornado em mais uma ditadura organizada, uma forma de neo-fascismo baseado em factores como a condição corporal e a capacidade de resolver problemas envolvendo números. Eu não tinha lugar ali. Talvez me pudesse integrar como o elo mais fraco da cadeia. Mas rapidamente seria sacrificada para dar lugar a uma nova geração, mais forte, mais inteligente. Tinha de voltar para casa.

“Ajudas-me a voltar para casa? Ajudas-me a encontrar o cubo?”

Estávamos nas profundezas da gruta, à beira de um lago subterrâneo, todo iluminado por meios artificiais. Eu estava de joelhos, sentindo os pequenos seixos de encontro aos meus joelhos nus. Era a única pessoa vestida de forma diferente, pois todos traziam uniformes brancos, em tudo semelhantes a uma simplificação prática do vulgar fato de astronauta. Pelo que havia percebido, a qualquer momento poderiam ter de partir para o hiperespaço, em busca de novo planeta habitável, caso aquele implodisse por força da guerra que se lutava para além da floresta. Se eu ficasse, também teria de usar um desses uniformes. Eu não queria.

“Ajudas-me a encontrar o cubo?”

Ele ajoelhou-se ao meu lado e pegou-me nas mãos. Sentia os seus olhos fixos em mim e ganhei coragem para os olhar. Eu conhecia-os, conhecia-os melhor que nunca. Noutro lugar qualquer eu já havia conhecido aquele homem e tinha-o amado, um amor vívido e palpável. Todo ele enchia o meu coração de sentimentos e o meu estômago de borboletas. Ele deve tê-lo lido no meu olhar. Respondeu.

“Se tu fores, nunca mais nos poderemos encontrar.”

“Mas eu posso encontrar-te. Posso encontrar-te na minha dimensão. E tu poderás encontrar-me aqui.”

“Provavelmente já estás morta. Não vás. Podemos ser felizes aqui.”

“Ajuda-me a encontrar o cubo. Diz-me como te poderei encontrar do outro lado!”

Ele baixou os olhos. Parecia estar a pensar em algo muito complexo e demasiado forte para se dizer sem cuidado. Não insisti, voltei a olhar o lago. Era água morta, demasiado mineral para se poder beber. Nada poderia viver naquele lago. Eu não poderia viver num lugar onde existisse um lago assim. Precisava da minha floresta e da minha montanha, precisava de um lugar onde pudesse correr livre e sentir a relva molhada debaixo dos pés. E ele também o sabia.

“No teu mundo há água?”, perguntou.

“Há água, mas cada vez há menos que seja boa para beber.”

Ele parecia ver o futuro através das minhas palavras.

“Então vai haver uma guerra. Uma guerra como a nossa, uma guerra em tudo igual a esta. Tudo começa muito devagar. Primeiro os países perdem a moeda e não há empregos nem maneira de comprar coisas. Depois a água começa a faltar. Então os governos reúnem-se para tentar tirá-la aos rios que passam noutros continentes. Mas os países por onde passam esses rios não se podem dar ao luxo de as partilhar. Então começa a guerra. E todos os homens são chamados. Depois as mulheres.”

“E tu? O que te vai acontecer?”

Olha para mim fixamente.

“Eu não vou sobreviver.”

Ainda assim tenho de voltar para o encontrar. Talvez possamos ser felizes antes de a guerra começar. E se a guerra começar, eu irei com ele e poderemos morrer juntos.

Concorda, mas não me pode levar ao cubo. Existe um cubo no topo da montanha. Vai pedir a um amigo e à sua mãe que me levem lá. Eu conheço-os. Têm a cara de pessoas que conheço. E são mesmo as pessoas que conheço! Pela primeira vez, sinto-me em casa.

Lá longe ouve-se o tiroteio, a guerra. Podem vir atrás de nós. Corremos pelos trilhos da montanha, tão estreitos, tão pedregosos, cada vez mais longe, cada vez mais alto. Se tropeçar e cair, acabarei esmagada nos ramos de uma árvore. Escorrego muitas vezes, mas estes amigos ajudam-me a levantar, sacudindo a gravilha dos meus calções pretos. Escorrego muitas vezes e quanto mais vezes caio mais longe parece estar o topo da montanha, mais longe parece estar o cubo. Lá longe ouve-se o tiroteio e quanto mais vezes caio mais perto eles parecem estar. O caminho parece-me infinito. Nunca chegarei ao cubo. Nunca voltarei para casa. Começo a correr. Os meus companheiros ficam para trás. Nunca mais voltarei a casa. Grito, grito muito, grito todas as coisas, todos os palavrões, quero desistir.

Quando entrei no cubo, tudo foi acidental.
Se te voltar a encontrar
Quando sonhei isto, ele tinha a cara do Harrison Ford, mas mais novo.
Loading...
Lembram-se aqui há tempos de eu dizer que queria reunir todos os meus contos, tirá-los daqui, metê-los num pdf e mandá-los a alguém que mos publicasse sob a forma de livro?

O dia foi hoje.

Adeus a todas as histórias com temas surrealistas e de sonhos, pois é esse o tema do primeiro volume altamente artístico que pagarei a alguém para editar e publicar no papel. Será um livro digno de um prémio para anormaléticos.

Só preciso de um título! Sugestões? :)

(Encontro-me fazendo isto na faculdade de letras, que até é um sítio bem pimpão)

Edit: Ah! Dois poemas meus foram publicados numa antologia poética da editora Universus, chamada "Universus da Poesia". Acho que está no Wook, mas não ganho nada com isso portanto podem ler um dos poemas aqui, é o "Dansa" :3
  • Mood: Approval
  • Listening to: Space Dandy OST
  • Reading: The Firm
  • Watching: Irresponsible Captain Tylor
  • Eating: Com fome, em processo
  • Drinking: Auga
Status update, que é isto? .__.
A vida era calma na ilha. A verdade é que, perante o quente clima tropical, os seus habitantes não tinham muita vontade para fazer coisas. Limitavam-se a cultivar os seus quintais e a colher bananas, ocupando o resto dos seus dias com toda a espécie de actividades que, noutros climas, seriam consideradas puro lazer. Mas para estas pessoas eram a parte mais importante do dia. Os homens iam para a taberna da aldeia, o único sítio onde havia televisão e se podiam actualizar com as notícias do dia-a-dia de outras terras que não conheciam. As mulheres, na sua maioria, descascavam fruta à porta de casa e trocavam dois ou três dedos de conversa sobre o seu quotidiano, que envolvia sempre a preguiça dos maridos, especados em frente do televisor com um copo de forte licor nas mãos. E as crianças…

Bem, o que faz uma criança à solta numa pequena ilha do hemisfério sul? Sabemos que conforme a idade os olhos são a parte mais curiosa de um organismo. E nesta ilha havia todos os tipos de delícias para eles. O céu mostrava sempre as mais variadas matizes de azul, reflectindo-se no mar parado. Suas ondas pequeninas espalhavam espuma na fina areia, aquecendo-a e trazendo curiosos presentes, das pedrinhas e conchas coloridas às compridas algas verdes que, com alguma imaginação, poderiam até dar um bom cozinhado durante uma brincadeira de pais e mães.

Mas nesse dia o mar trouxe algo diferente. Quem encontrou o inusitado objecto foi Anali. Anali era uma miúda pouco extravagante, muito semelhante a todas as outras crianças da ilha. Gostava de nadar entre as rochas da ponta mais afastada da aldeia, onde encontrava frequentemente estrelas-do-mar e ouriços, que admirava e depois voltava a colocar no mesmo lugar. Tinha sempre cuidado para deixar sempre as anémonas que às vezes caíam das rochas viradas para cima e nunca se metia com os gordos pepinos do mar, sempre vítimas da maldade das crianças pela sua incapacidade de reagir eficazmente. Foi com a maior surpresa que Anali encontrou a garrafa.

Flutuava num interstício entre as rochas quando Anali a apanhou. Observou-a bem. Não era semelhante a nenhuma garrafa que existisse na ilha. Para começar, era verde. Não tinha rótulo, já levado pela força das ondas, mas tinha uma marca no vidro. Dizia coisas, mas era numa língua que ela não conseguia ler. Vinha tapada com uma rolha e, no seu interior, aparentava ter um papel.

“Será uma mensagem?”

Correu para mostrar a garrafa aos amigos. Se fosse uma mensagem, não queria estar sozinha quando a abrisse. As outras crianças faziam corridas na praia, levantando a areia branca com os pés. Quando Anali lhes mostrou a sua descoberta, reuniram-se em círculo.

“Pode ser uma mensagem de uma pessoa naufragada numa ilha deserta!”, disse um.

“Ou pode ser de alguém que está num navio à deriva!”, disse outro.

“Se calhar é um mapa de um tesouro deixado por um pirata!”, disse mais um.

Foi a pior coisa que os adultos podiam ter ouvido. Por casualidade, o tio de um dos rapazes passeava à beira do mar quando esta frase soou. Imediatamente, aproximou-se deles e tirou a garrafa das mãos de Anali.

“Onde encontraste isto?”

“Estava a flutuar no meio das rochas…”

“Isto é uma coisa importantíssima! Se for um tesouro, temos de contar às autoridades! Isto pode mudar toda a nossa vida na ilha! Talvez até consigamos ter um melhor sinal de televisão!”

Pegou na mão de Anali e puxou-a.

“Vamos falar ao senhor presidente, ele saberá o que fazer!”

Ela não queria ir, só queria poder abrir a garrafa com os seus amigos, ali mesmo na praia. Mas o homem não a deixava, então não teve outro remédio se não ir atrás dele. Ele colocou a garrafa dentro do bolso das calças, onde ninguém a pudesse ver, e Anali não ficara nada contente com isso. Ela tinha encontrado a garrafa, portanto a garrafa era dela! Seguiu o homem, pedindo-lhe insistentemente que lhe devolvesse o seu achado. E atrás dela iam os outros miúdos todos, gritando e rindo, para saber o que ia acontecer.

Passaram em frente da casa de Anali. A sua mãe descascava frutas à porta, sentada num banco, com duas outras mulheres.

“O que se passa aí, crianças? Deixem o homem!”, disse ela no meio dos risos da conversa.

“Mãe! Ele roubou a garrafa que eu achei nas rochas!”

Posto isto, o homem parou e endireitou-se.

“Dona, a sua filha encontrou esta garrafa que contém uma mensagem!”, tirou a garrafa do bolso e mostrou-a, fazendo-a brilhar sob a luz do sol, “Esta mensagem pode ser da maior importância para o futuro da nossa ilha! O mais provável é ser um mapa que indique onde está um tesouro!”

“Também pode ser uma mensagem de um náufrago…”, retorquiu um miúdo pequeno com ranho no nariz, na esperança que a sua ideia se concretizasse.

“Exactamente!”, gritou o homem, “Uma pessoa que necessita da nossa ajuda! Precisamos de dar conta disto ao presidente o mais rápido possível! Imediatamente!”

Voltou a meter a garrafa no bolso e continuou a andar. E os miúdos continuaram atrás dele, com Anali à cabeceira, exigindo a devolução. A eles juntaram-se as mães, curiosas sobre o que iria acontecer.

Percorreram toda a ilha para chegar até à casa do presidente. Em cada lugar lhes perguntavam o que se passava. E em cada lugar o homem explicava, com cada vez mais convicção, as perspectivas que poderiam existir dentro daquela garrafa.

“Mas fui eu que a encontrei…. A garrafa é minha!”, dizia Anali, muito triste. Se ao início lhe davam atenção, rapidamente a multidão que se juntou atrás deles passou a ignorá-la. Já se diziam coisas muito diferentes sobre a garrafa. Algumas pessoas estavam convictas que era a pista para encontrar um tesouro. Lá do fundo, outras pessoas diziam que se tratava de um segredo do estado americano. Umas outras apoiavam a ideia de que era um náufrago que pedia ajuda. Mas um pequeno grupo falava de mísseis chineses…

“E se estiver numa língua que a gente não sabe!?”, perguntou um anónimo.

Pararam todos para debater o assunto. Anali continuava a insistir que a garrafa era dela e que ela certamente saberia ler a mensagem, mas empurraram-na até à orla da multidão, onde já não podia ver nada. Acabaram por decidir que mandariam vir um tradutor do continente, se a mensagem estivesse numa língua desconhecida.

Continuaram o seu caminho, cada um com a sua ideia. Algures no meio das pessoas, alguém lançou para o ar um “e se for uma mensagem alienígena?” Isto não ficou ignorado, pois rapidamente as pessoas começaram a compor teorias sobre que tipo de informação as estrelas teriam para nos dar. Alguns diziam que era o segredo para encontrar um tesouro interestelar, outros que era o caminho para chegar a outro planeta e ainda havia quem, mais pessimista, achasse que era a chave para iniciar a destruição maciça da humanidade.

Finalmente, chegaram a casa do presidente. Todos se calaram e Anali conseguiu chegar-se à frente.

“A garrafa é minha! A mensagem é para mim!”

O homem, que já não tinha a garrafa dentro do bolso, bateu à porta com uma certa solenidade. O presidente, em mangas de camisa e vestido com um avental bordado, apareceu à porta.

“O que se passa aqui?”

O homem pigarreou.

“Foi encontrada esta manhã, nas rochas, uma garrafa que contém uma mensagem importantíssima sobre o futuro da humanidade e da nossa ilha. Tudo indica que seja o mapa para um tesouro enviado das estrelas, que está perdido há centenas de anos numa ilha deserta do nosso arquipélago. Viemos aqui saber o que vamos fazer com ela!”

O presidente tinha um ar cansado.

“Quem é que a encontrou?”

“Fui eu! Fui eu!”, gritou Anali com o dedo no ar.

“Muito bem, vem aqui para frente. Abre lá a garrafa.”

O homem passou-lhe o fantástico objecto. O vidro estava muito quente, de ter sido observado ao sol durante tanto tempo. Ela respirou fundo, virou-se para a multidão e tentou tirar a rolha.

“Está muito presa… Não consigo!”

O presidente ajudou-a. Depois, ela fechou os olhos e tirou o papel que estava no interior da garrafa. A multidão suspendeu a respiração, a ansiedade pairava no ar. Alguns começavam já a planear um futuro diferente, com televisão por cabo, outros rezavam para que nada de mal acontecesse. Anali abriu o papel.

E, no centro, uma mancha imunda de muco esverdeado e seco. Tanto tempo. Tanto tempo passou esta garrafa no mar. E dentro dela, apenas um lenço de papel usado.
Mensagem na Garrafa
Está tanto frio que achei melhor escrever uma história num ambiente mais quentinho.

Tinha aideia guardada no meu caderno de ideias. :3 Anali é o lótus azul.

A moral da história é nunca manter as expectativas demasiado elevadas.
Loading...

deviantID

LadyLouve's Profile Picture
LadyLouve
A. Louve
Artist | Hobbyist | Literature
Portugal
Current Residence: Lisbon
Favourite genre of music: If I got to pick, orchestral, electro and happycore
Favourite photographer: ... Gakushi. Check her nao
Favourite style of art: Manga and Surreal
Operating System: Some sort of windows
MP3 player of choice: Meroko
Wallpaper of choice: Something divine
Favourite cartoon character: Yang Wenli
Personal Quote: AS MONTANHAS ESTÃO VIVAS COM O SOM DA MÚSICA
Interests

Donate

LadyLouve has started a donation pool!
1 / 2,396
For a Premium Membership. :3 Can I? :D

You must be logged in to donate.
  • :iconawaicu:
    awaicu
    Donated Dec 26, 2010, 6:26:20 PM
    1
Lembram-se aqui há tempos de eu dizer que queria reunir todos os meus contos, tirá-los daqui, metê-los num pdf e mandá-los a alguém que mos publicasse sob a forma de livro?

O dia foi hoje.

Adeus a todas as histórias com temas surrealistas e de sonhos, pois é esse o tema do primeiro volume altamente artístico que pagarei a alguém para editar e publicar no papel. Será um livro digno de um prémio para anormaléticos.

Só preciso de um título! Sugestões? :)

(Encontro-me fazendo isto na faculdade de letras, que até é um sítio bem pimpão)

Edit: Ah! Dois poemas meus foram publicados numa antologia poética da editora Universus, chamada "Universus da Poesia". Acho que está no Wook, mas não ganho nada com isso portanto podem ler um dos poemas aqui, é o "Dansa" :3
  • Mood: Approval
  • Listening to: Space Dandy OST
  • Reading: The Firm
  • Watching: Irresponsible Captain Tylor
  • Eating: Com fome, em processo
  • Drinking: Auga

AdCast - Ads from the Community

Comments


Add a Comment:
 
:icondarkc3po:
darkc3po Featured By Owner Sep 26, 2014
^_^:hug:how are you,i want to wish you very early happy birthday:cake:have a great weekend my buddy.:hug:^_^
Reply
:iconladylouve:
LadyLouve Featured By Owner Sep 27, 2014  Hobbyist Writer
=D
Reply
:icondarkc3po:
darkc3po Featured By Owner Sep 28, 2014
^_^:hug:how are you,how is the weather,have a great weekend my buddy.:hug:^_^
Reply
:iconladylouve:
LadyLouve Featured By Owner Sep 28, 2014  Hobbyist Writer
The weather was fine, thank goodness :)
Reply
(1 Reply)
:iconthejoanapadj:
TheJoanaPADJ Featured By Owner Jun 26, 2014
Olá e bem-vinda ao :iconmundusridiculus: La la la la
Ficamos felizes por te ter como membro do grupo e contamos em ver vários dos teus trabalhos nas nossas galerias.
Por favor, não te esqueças de ler as regras e, se tiveres alguma dúvida ou até mesmo sugestões, envia-nos uma nota no grupo! Meow :3

De resto, esperamos que te divirtas por aqui! Glomp!
Reply
:iconchibbi-chanime:
chibbi-chanime Featured By Owner Dec 25, 2013  Hobbyist General Artist
:D Hosu!
Reply
:iconladylouve:
LadyLouve Featured By Owner Dec 26, 2013  Hobbyist Writer
OOO!

:D
Reply
:iconminihumanoid:
minihumanoid Featured By Owner Nov 28, 2013  Student General Artist
obrigada pelo fav :D :D :D :D
Reply
:iconjacac:
JACAC Featured By Owner Nov 13, 2013
o l á . :wave:
o b r i g a d o . p e l o . f a v
e s p e r o . q u e . a s . m i n h a s . o u t r a s . f o t o s . s e j a m . i g u a l m e n t e . i n t e r e s s a n t e s ...
Reply
:icondarkc3po:
darkc3po Featured By Owner Sep 26, 2013
^_^:hug:how are you,i want to wish you a very early happy birthday:cake:have a great day my buddy.:hug:^_^
Reply
Add a Comment: